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Mas, nesta tabela da página 33 - a tal com os 'votos' ainda sem ponderação, e que portanto devia ter os mesmos dados que vimos no outro documento, temos discrepâncias! Aqui temos Cardoso com 0 votos (0.0%, menos um voto), Jorge Pinto com 10 votos (1.0%, menos 1 voto) enquanto Joana Amaral Dias fica com 11 votos (mais dois votos, 1.2%). Isto é no mínimo... estranho, e se não é erro carece explicação (que talvez esteja nas páginas desaparecidas? Quem sabe.).

Espantados? Então esperem, que a coisa fica ainda pior. Depois desta "transferência de dois votos" inexplicável que põe Joana Amaral Dias à frente de Jorge Pinto, no relatório publicado - isto é, nos dados que são enviados para a imprensa e divulgados e tudo o mais - as percentagens ponderadas dos candidatos são arredondadas à unidade. Assim, nos jornais e na televisão aquilo que as pessoas viram foi: Joana Amaral Dias: 2%, Jorge Pinto: 1%. Cardoso, obviamente, nem aparece.

2/2 recorte da "sondagem", onde Joana Amaral Dias é apresentada com 2% e Jorge Pinto 1%, ainda que aparentemente houve mais uma pessoa a dizer na sondagem que ia votar Jorge Pinto que em Joana Amaral Dias

In reply to: #115906321754370832 2 months ago
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#ptpol #sondagens

Ainda na minha saga de leitura de sondagens (sim, há malucos para tudo...):

Nas "letras pequininas", isto é, naquilo que é depositado na ERC e só porque a Lei manda, lê-se na sondagem do ISCTE de Dezembro que o número de "votos simulados" que três das possibilidades tiveram foram: Cardoso, 1 voto (0.1%), Joana Amaral Dias, 9 votos (1.0%), Jorge Pinto, 10 votos (1.1%). Estes valores a cru são depois ponderados e distribuídos, o que é normal... o que não se entende é o resultado depois da ponderação.

Em princípio, a ponderação distribui, e portanto devia dar mais para toda a gente, mas na realidade não foi isso que foi parar à comunicação social... Porquê? Ora, no documento para os resultados ponderados, eles começam por pegar na tabela de votos por ponderar, para depois fazer a ponderação. Saber como a ponderação foi feita é coisa que não vamos descobrir neste toot - lamento - mas é que o documento em questão é um documento de 66 páginas, que apresenta os dados por ponderar na página 33, e depois apresenta as páginas 34 e seguintes todas em branco... o que também me leva a perguntar se a ERC faz o mínimo de validação dos documentos que lhe são entregues.

1/2

In reply to: #115906310747019335 2 months ago
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Ler fichas técnicas de sondagens é um exercício interessante - e mostra como a matemática prova mas também pode ser usada para enganar. Um exemplo: sabiam que a última sondagem para a Euronews sobre as Presidenciais perguntava às pessoas se votariam em Joana Amaral Dias, mas nunca perguntava se votariam, por exemplo, em Jorge Pinto, encaixando-o na opção "Outros"? Nos resultados dessa sondagem, Joana Amaral Dias figura com 0% de votos, contra os 0,6% de Jorge Pinto, mas deve-nos deixar a pensar... qual seria o resultado se o nome de Jorge Pinto fosse dito explicitamente? E talvez mais importante, qual foi o critério usado para incluir um dos nomes e excluir o outro?

In reply to: #115763960565295657 3 months ago
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#ptpol #debate #presidenciais

1 - #LMM e nomes de clientes - ambos acham que é preciso transparência

2 - suspensão de mandato - #Cotrim não pode, #Ventura já suspendeu

3 - TC lei da nacionalidade - Cotrim tem pena que TC tenha chumbado, mas gosta da lei e quer que avance sem os problemas constitucionais, Ventura insiste na lei toda mesmo a parte anticonstitucional

4 - EUA quer extrema-direita na EU - Ventura é pró-Trump, Cotrim concorda com Trump numas coisas e discorda noutras

5 - última sondagem - Cotrim acha que Ventura é só alarido (e amigo de pedófilos), Ventura tem orgulho de estar em primeiro lugar em todas as sondagens

6 - pensões - Cotrim quer pensões privadas, Ventura quer subir pensões ao nível do salário mínimo, "cortando nas gorduras" (gostava de ver essa proposta de lei... e de qq forma, isso não é medida presidencial - não que ele queira ser presidente). Na palavra final, Cotrim apela o voto dos eleitores do Chega nele em vez de Ventura

Considerações pessoais: asco. Um mau, outro inqualificável. Não me surpreende que discutem eleitorado, mas preocupa-me que esse eleitorado exista. Não me interpretem mal, se isto fosse a segunda volta obviamente que sem qualquer dúvida seria Cotrim a ter o meu voto, mas... ew.

In reply to: #115748413814148239 3 months ago
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#ptpol #debates #presidenciais

1: #sondagem - #AV amanhã vai estar em tribunal "por causa dos ciganos" e ele acha que isso é uma tentativa de o silenciar, mas está em primeiro lugar apesar disso. Dá a lei da nacionalidade ter sido chumbada pelo TC como exemplo que "é preciso de dar um murro na mesa" (isto é, ele quer destruir esta constituição - aquela que se for Presidente tem de jurar cumprir e fazer cumprir...). Numa 2ª volta serão "todos contra mim o que mostra que eu estou no sentido certo", diz ele, quando me parece claro que mostra é que ele está no sentido errado. #GeM anda a descer nas sondagens e diz que é por não ter uma máquina partidária por trás.

2: o maio risco se o adversário ganhar: pergunta interessante, AV em vez de responder ataca GeM. GeM riposta, passam-se minutos e minutos nisto, jornalista avança para a próxima pergunta sem ter resposta a esta.

3: almoço entre GeM e AV: "eu almoço com quem quiser", e GeM foi almoçar com Ventura. Ventura bla bla o GeM é socialista. No fundo: Chega sondou GeM ser o seu candidato, GeM não quis colar-se so Chega se não depois não tinha hipóteses na 2ª volta, AV teve de se chegar à frente. E agora nenhum deles quer admitir isso.

4: Lei da #Nacionalidade: AV (candidato à presidência!) acha que a constituição está errada.

1/n

In reply to: #115725685990359704 3 months ago
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